No Olhar Digital News, entenda como a alta na procura por chips de memória afeta preços, conheça o New Glenn 9×4 da Blue Origin e o projeto lunar da Nasa
O Olhar Digital News desta sexta-feira, 21/11/2025, reúne os destaques que devem mexer com tecnologia, espaço e o bolso do consumidor. Do impacto da inteligência artificial no mercado de chips de memória à nova fase do foguete New Glenn 9×4 da Blue Origin, passando pela supertempestade solar que encolheu a plasmasfera e pelos planos da Nasa de erguer casas de vidro na Lua, o programa traz um panorama direto ao ponto. Para conferir todos os detalhes em vídeo, assista ao Olhar Digital News na íntegra.
Chips de memória em alta: o que isso significa para o seu bolso em 2026
A edição do Olhar Digital News destaca que a corrida por capacidade computacional para IA generativa está pressionando toda a cadeia de suprimentos de memória. Nas palavras da reportagem, “A procura por chips de memória disparou com o crescimento da inteligência artificial, deixando a cadeia de suprimentos bem apertada. É provável que a alta demanda impacte os preços de varejo de forma significativa, fazendo com que consumidores paguem mais por celulares, notebooks e outros eletrônicos já no próximo ano.”
Na prática, isso indica que fabricantes e varejistas podem repassar custos em 2026, elevando o preço final de smartphones, notebooks e outros dispositivos que dependem de DRAM, flash e memórias de alto desempenho. O alerta é reforçado em uma leitura complementar: “Celulares e Notebooks mais caros: alta demanda por chips pode elevar os preços de smartphones e outros eletrônicos já em 2026”.
Para quem pretende trocar de celular ou notebook, o recado do Olhar Digital News é claro. A combinação de demanda aquecida por chips, sobretudo por causa de soluções de inteligência artificial no dispositivo, e de oferta mais apertada tende a encarecer lançamentos e até modelos intermediários. O consumidor deve acompanhar promoções sazonais e considerar antecipar upgrades, principalmente se busca aparelhos com mais memória e armazenamento.
Blue Origin amplia ambição com o New Glenn 9×4
No espaço, a Blue Origin avança em um novo patamar de capacidade. Segundo o Olhar Digital News, “A Blue Origin vai desenvolver uma versão “superpesada” do foguete, batizada de New Glenn 9×4. A nova versão representará um salto, ela será capaz de colocar 70 toneladas métricas em órbita terrestre baixa, um aumento de mais de 50% em relação às 45 toneladas da versão original.”
O ganho de carga útil, de 45 toneladas para 70 toneladas em órbita baixa, amplia o leque de missões, de megaconstelações de satélites a cargas governamentais e científicas mais pesadas. A referência “superpesado” indica que a empresa mira competir em um segmento em que poucos players atuam, com lançadores capazes de levar grandes módulos e cargas complexas em uma única decolagem.
Para o ecossistema espacial, essa evolução significa mais janelas de oportunidade para missões comerciais, científicas e, no futuro, tripuladas. No Olhar Digital News, o recado é que essa nova configuração do New Glenn 9×4 representa não só um salto técnico, mas também um movimento estratégico na disputa por contratos e por relevância no mercado de lançadores.
Impactos do espaço: supertempestade encolheu a plasmasfera e a Nasa mira casas de vidro na Lua
O programa também aborda um evento raro e suas consequências para o ambiente espacial da Terra. A Gannon Superstorm, que atingiu o planeta “entre os dias 10 e 11 de maio de 2024”, teria afetado significativamente a plasmasfera, a camada de partículas carregadas que envolve a Terra e ajuda a filtrar a radiação cósmica. De acordo com os dados discutidos, a supertempestade de 2024 encolheu essa camada protetora em 80%, em um efeito temporário mas expressivo para a chamada “meteorologia espacial”.
O Olhar Digital News destaca que, “Isso é o que aponta o estudo, publicado pela revista Earth, Planets and Space.” Entender essas variações é crucial para melhorar a previsão de impactos em comunicações, navegação por satélite e operação de redes elétricas, além de proteger satélites e astronautas da radiação espacial.
Em outra frente, a Nasa estuda como viabilizar permanências mais longas na superfície lunar. Segundo a cobertura, “A Nasa está financiando um projeto em colaboração com a Skyeports, uma empresa da Califórnia, com o objetivo de construir casas de vidro na Lua. Para isso, ela pretende utilizar a poeira lunar como matéria-prima.” A ideia é reduzir a dependência de materiais terrestres, utilizando recursos in situ para erguer estruturas robustas e adaptadas ao ambiente hostil do satélite natural.
A proposta vai além do abrigo básico. Como informa o Olhar Digital News, “A ideia é que no futuro sejam criados habitats com vários metros de diâmetro para que astronautas consigam viver, cultivar alimentos, trabalhar e até mesmo produzir água.” Se confirmados, esses avanços podem abrir caminho para missões mais longas e autossuficientes, fortalecendo a presença humana na Lua e acelerando a criação de uma infraestrutura permanente.
Da pressão da IA sobre os chips de memória ao salto da Blue Origin, passando pela supertempestade e pelos planos da Nasa para a Lua, o Olhar Digital News de hoje oferece um panorama conciso do que está por vir em 2026 e além, ajudando você a entender tendências, tecnologias e como elas impactam o seu dia a dia.

