Fechamento da Galeria Campana do Louvre: museu fecha ala em Paris por ‘fragilidade’ nas vigas e inicia inspeções por tempo indeterminado

Louvre anuncia fechamento de galeria ao público devido à “fragilidade” no edifício

Louvre confirma fechamento da Galeria Campana do Louvre por ‘precaução’, cita ‘fragilidade’ estrutural nas vigas do primeiro andar e prazo indeterminado para reabertura

O Museu do Louvre, em Paris, anunciou o fechamento da Galeria Campana do Louvre ao público após uma vistoria técnica apontar risco estrutural. Segundo o comunicado divulgado nesta segunda-feira, a decisão foi tomada “por ‘precaução’” depois que foi detectada “fragilidade” nas vigas que sustentam partes da ala sul do edifício.

Com isso, visitantes que planejavam ver a coleção dedicada à cerâmica da Grécia Antiga precisarão aguardar. De acordo com o texto compartilhado pela imprensa, “No comunicado, foi especificado que a galeria ficará fechada por um período indeterminado, pois as vigas passarão por inspeções.”

Localizada no primeiro andar do quadrilátero Sully, que contorna o pátio histórico Cour Carrée, a Galeria Campana reúne nove salas dedicadas à arte grega antiga. A direção informou que as equipes técnicas já trabalham em um plano de inspeção e reforço, priorizando a segurança de visitantes e do acervo.

O que é a Galeria Campana e por que ela importa

Considerada um dos núcleos mais visitados do Louvre, a Galeria Campana expõe uma das mais relevantes coleções de cerâmica grega antiga do mundo. São vitrines e salas que ajudam a entender a evolução artística e cultural da Antiguidade, atraindo pesquisadores, estudantes e turistas.

O espaço integra o quadrilátero Sully, um dos setores mais antigos do complexo do Louvre, ao redor da Cour Carrée, e foi concebido para preservar e exibir peças com alto valor histórico. O fechamento da Galeria Campana do Louvre afeta diretamente a programação de quem busca esse recorte da história clássica, bem como atividades educativas e científicas associadas a esse acervo.

Segundo o material distribuído à imprensa, a medida ocorre após uma vistoria minuciosa. O museu reforçou que a prioridade é manter a integridade dos visitantes, colaboradores e obras, enquanto os engenheiros avaliam a melhor solução para a área.

O que diz o Louvre sobre a fragilidade e as inspeções

De acordo com as informações veiculadas por agências internacionais, a vistoria identificou um ponto de preocupação na estrutura. O comunicado menciona que, após a análise técnica, “foi revelada uma ‘fragilidade’ nas vigas que ficam no primeiro andar e sustentam parte da ala sul do edifício.

Em nota, foi reiterado que “No comunicado, foi especificado que a galeria ficará fechada por um período indeterminado, pois as vigas passarão por inspeções.” A direção acrescentou ainda que “Elas são responsáveis por sustentar os pisos do segundo andar da ala sul.”

Segundo texto citado pela Agence France-Presse, “há anos as autoridades realizam supervisões especiais na estrutura do segundo andar da ala sul.” Em complemento, outra comunicação destaca: “Para garantir a segurança de todos, a direção resolveu fechar uma das alas após a realização de uma vistoria no local”.

É importante destacar que, por ora, não há previsão de reabertura. Como ressaltou a cobertura publicada, “As pessoas deverão esperar por um tempo ainda indeterminado para poder voltar a visitar o espaço”. Até a conclusão dos diagnósticos, reforços, testes e liberações, o fechamento da Galeria Campana do Louvre permanece em vigor.

A orientação para o público é acompanhar os canais oficiais do Louvre para atualizações sobre rotas internas, reprogramação de visitas guiadas e eventuais remanejamentos de peças para outras salas. Caso haja redistribuição temporária do acervo, o museu promete comunicar com antecedência.

Roubo de joias imperiais reacende alerta de segurança

O anúncio do fechamento da Galeria Campana do Louvre ocorre no mesmo período em que o museu voltou ao noticiário por causa de um roubo de grande repercussão. Como descreve o relato publicado pela imprensa francesa, “No dia do ocorrido, quatro indivíduos estacionaram um veículo com um guindaste sob uma das varandas do complexo. Então, dois subiram e, com o auxílio de uma serra radial, entraram na galeria Apolo por meio da janela.”

Na ação, que durou poucos minutos, “Em uma ação rápida, os criminosos conseguiram roubar oito joias, sendo uma a tiara de pérolas da imperatriz Eugênia e um conjunto de colar e brincos de safiras da rainha Maria Amélia, com um valor estimado de mais de 100 milhões de dólares (aproximadamente R$ 530 milhões).”

As investigações avançaram, e “Até o momento, três pessoas suspeitas de participação direta no roubo foram presas. As autoridades ainda não encontraram as joias. As informações são do Le Monde e Agence France-Presse.”

Embora os episódios sejam distintos, o caso das joias reforça a atenção permanente do Louvre à proteção do público, da equipe e do acervo. A decisão de encerrar temporariamente o acesso à área de cerâmica grega está alinhada à mesma lógica de prevenção, priorizando a segurança estrutural. Até nova atualização, segue válida a orientação oficial de acompanhar os comunicados sobre o fechamento da Galeria Campana do Louvre e seus desdobramentos.

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